quinta-feira, 18 de novembro de 2010

MINISTÉRIO EM CÉLULAS

VISÃO DO MINISTÉRIO IGREJA EM CÉLULAS
A Igreja do NT foi o resultado da TRANSIÇÃO DA INSTITUIÇÃO do judaísmo centrado num local geográfico ( Israel), num prédio ( templo), numa cidade (Jerusalém), num sacerdócio limitado à tribo de Levi, num dia especifico de adoração (Sábado), com a finalidade exclusiva de preservação da instituição com os seus ritos, preceitos e leis, PARA um movimento leve, ágil e penetrante, sem centralização geográfica, por todo mundo; numa cidade - em toas as cidades; num prédio – em todas as casas; num sacerdócio restrito – todo crente faz parte do sacerdócio; num dia e estilo especifico de adoração – todos os dias em espírito e verdade; com a finalidade especifica de fazer discípulos de todas as nações, indo, batizando e ensinando todos a guardar (obedecer) as ordens do mestre, contando com a sua promessa de estar com esta IGREJA até o fim dos tempos.
O QUE É O ANO DE TRANSIÇÃO
Trata-se de um treinamento em 4 módulos oferecido pelo Ministério Igreja em Células no Brasil. Os módulos do Ano de Transição, preparados pelo ministério Igreja em Células, tem como objetivo principal preparar a igreja tradicional com sua base em programas e eventos, quase que exclusivamente realizados em seu prédio, para fazer com tranqüilidade e sem traumas pacifica e definitiva, a transição de valores antes da mudança de metodologia. Cada módulo tem a duração média de 16 horas.
O QUE É TRATADO NOS MÓDULOS?
Sobre os valores da Igreja no Novo Testamento; sobre a visão da Igreja que se reúne nas casas em pequenos grupos ( células), onde é possível a prática dos “uns com os outros” no contexto do convívio cristão; do esclarecimento da estratégia para isso tornar-se realidade na igreja local; da estrutura de funcionamento de uma Igreja em Células. Quer conhecer mais? Visite o site oficial do Ministério Igrejas em Células: www.células.com.br

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

MINISTÉRIO IGREJAS EM CÉLULAS

“CADA CASA UMA IGREJA,
         CADA MEMBRO UM MINISTRO...”
...vivendo em Cristo, de casa em casa e na Congregação.
            Há mais de 10 anos no Brasil, o Ministério Igreja em Células se dedica a assessorar igrejas e denominações na expansão do Reino de Deus, Buscando:
Mobilizar igrejas para a vivência do modelo do Novo Testamento;
Capacitar igrejas, dotando-as de planejamento estratégico para a mudança de paradigmas;
Disponibilizar ferramentas e materiais para uma transição pacífica e eficaz;
Equipar igrejas com ferramentas de treinamento de liderança e discipulado;
Assessorar por meio de seminários, congressos, consultas e materiais.
            No Brasil, muitas igrejas aceitaram o desafio e estão completando sua transição para uma igreja em células. Os resultados desta experiência, já testada por centenas de pastores e líderes em nosso país e no exterior ( EUA, Alemanha, Espanha, Austrália, Nigéria, África do Sul, Canadá, Inglaterra, Coréia do Sul, Hong Gong, etc), podem ser conferidos na vida pessoal e ministérios dessas lideranças de todo o mundo.
Quem recomenda:
“Até conhecer o processo de células, estávamos praticando grupos familiares com base no livro do Pr. David Cho. No entanto, os livros apenas passavam a visão, mas não ensinavam como fazer. Fomos forçados a parar, frustrados por não saber continuar. Em 1997, tive o contato com o Ministério Igrejas em Células no Brasil. Fiz os quatro módulos do Ano de Transição em Curitiba, onde aprendi com implantar, desenvolver e multiplicar o sistema de células. Sem o treinamento oferecido nos módulos, julgo praticamente impossível implantar com sucesso o modelo de células.”
Pr. Azaf C. pessoa, Igreja Pentencostal do Brasil no Amazonas, Manaus, Am.

“Em 1995 iniciamos o trabalho com grupos familiares. O trabalho cresceu, mas nosso treinamento de líderes era muito fraco e não sabíamos como fazer a supervisão. O treinamento do Ano da Transição em 1999 veio como uma grande benção para nós, pois, melhoramos tudo o que estávamos fazendo. Em 2000 tivemos o treinamento em nossa cidade, no qual envolvemos 60 líderes. Hoje temos centenas de grupos e sabemos para onde estamos indo.”
Pr. Jodé João de Moreira Mesqueita, Igreja Presbiteriana de Manaus.
Extraído – Ministério Igrejas em Células - www.celulas.com.br

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

MATURIDADE EM CRISTO

MATURIDADE EM CRISTO


(Filipenses 3.4-14)

INTRODUÇÃO

Para muitas pessoas, o caminho e a forma da Maturidade Cristã, ainda não está bem definida. Conceitos errados ainda estão impressos em suas mentes, e vivem por esses conceitos. Eis alguns conceitos morais que contribuem para a maturidade cristã, mas não são “Maturidade Cristã”.
1. VALORES MORAIS: Muitos pesam que ser um cristão maduro significa ser uma pessoa casta, honesta, íntegra, comprometida, responsável com as próprias obrigações e com certo grau de heroísmo em suas ações e renúncias, principalmente em se tratando de serviço cristão. Viver desta forma é bom e digno, mas ser um cristão maduro não é apenas isso.
2. CONHECIMENTO TEOLÓGICO: Para outros ser um cristão maduro é ter a capacidade de articular bem a teologia e a doutrina cristã, principalmente se for de uma corrente mais conservadora. O zelo pela Palavra de Deus, a firmeza das convicções, a segurança na proclamação e defesa da fé cristã evangélica. Creio a maturidade cristã passa por esse caminho mais não se restringe somente a isso.
3. COERÊNCIA ESPIRITUAL: Outros ainda pensam que a verdadeira maturidade cristã acontece quando tudo se transforma em experiências concretas e pessoais por meio do poder do Espírito Santo, a moral deixa de ser um simples moralismo para se transformar numa manifestação viva do poder de Deus. Assim, pecadores são transformados em santos e o conhecimento, zelo e defesa da verdade cristã deixam de ser realidades intelectuais e se transformam em testemunho vivo e poderoso da graça de Deus. Concordo com isso, mas a questão da Maturidade Cristã vai um pouco mais além.

4. ESTABILIDADE EMOCIONAL: Outros ainda pensam que a maturidade a cristã está vinculada com um tipo de “bem estar” emocional. Ser uma pessoa emocionalmente bem resolvida, realizada, que não carrega sentimentos e culpa, que goza de relacionamentos mais “profundos” e superou as suas próprias limitações. Isso traz algumas contribuições, mas ainda não alcança o propósito de Maturidade de Cristã.
CONCLUSÃO: O Caminho para a Maturidade Cristã: O Apóstolo Paulo passou por tudo isso, e não chegou a Maturidade Cristã por meio disso.
• Ele tinha valores morais: (Fp 3.4-5) “Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim”.
• Paulo tinha conhecimento teológico: (Fp 3.5) “hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu”.
• Ele tinha coerência espiritual: (Fp 3.6) “quanto ao zelo, perseguidor da igreja”.
• E ele tinha estabilidade emocional: (Fp 3.6) “quanto à justiça que há na lei, irrepreensível”.
Mas tudo ele considerou como perda (Fp 3.7-8), pois a verdadeira Maturidade Cristã, está em deixar para traz tudo aquilo que traz justiça própria, todo o esforço moral soberbo, todo o legalismo e zelo que possa atrair algum status. A verdadeira Maturidade Cristã é prosseguir no caminho tendo diante dos olhos, “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus". O crescimento e amadurecimento espiritual não é fruto de algum ajuste psicológico ou sociológico, de uma boa formação teológica ou do domínio das doutrinas bíblicas; muito menos de um volume de experiências sobrenaturais na bagagem espiritual. Amadurecer implica em caminhar perseverantemente em direção a Cristo, de tal forma que Sua vida gloriosa seja vivida por nós pelo poder do Espírito Santo. É anular a si mesmo, e permitir que Cristo viva em nós. E isso começa quando aceitamos a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossa vida. Você quer recebê-lo em seu coração?

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

NASCER DE NOVO, CRESCER E AMADURECER PARA ENTRAR NA MANIFESTAÇÃO DO REINO DOS CÉUS

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8)

            Deus deseja que Sua vontade eterna seja feita aqui na terra, assim como é feita no céu (Mt 6.10). Em Gênesis, depois de haver criado o homem à imagem e semelhança (Gn 1.26-27), Deus o abençoou e lhe disse que fosse fecundo, multiplicasse, enchesse a terra e a sujeitasse (v. 28). Aplicando essa bênção a nós hoje, podemos dizer que fomos salvos para gerar novas vidas, ou seja, para transmitir a vida do Senhor que há em nós a outros. O passo seguinte é criá-los e nutri-los, para que a vida neles cresça, e, à medida que crescem, os novos crentes também sejam por nós educados e instruídos. Isso é gerar e cuidar!
            O Senhor nos deu a incumbência de encher toda a terra. Após a sua ressurreição, Ele esteve com os discípulos por quarenta dias (At 1.3), para falar-lhes que a vontade de Deus é ter um reino na terra para representá-Lo a fim de que todos os lugares usurpados por Satanás sejam recuperados e o reino da terra se torne o Seu Reino (Ap. 11.15). Para entrar nesse reino é necessário ter a vida divina, pois o reino é uma questão de vida. Para entrar na realidade do reino de hoje, é preciso nascer de novo (Jo 3.3-5),e para entrar na manifestação do reino na vida vindoura é preciso ter a vida crescida e amadurecida!
            Quando ganhamos a salvação, ganhamos nova vida, que é divina, eterna, pela qual vivemos a vida em comunidade. A Igreja e as células, são os lugares onde as pessoas tem comunhão e oportunidade de crescer, receber cuidado, a fim de amadurecer paulatinamente para, então, entrar na manifestação do reino de Deus.
            No entanto, o ser humano é muito complexo! Apesar de o Senhor, após a Sua ressurreição, ter falado aos discípulos por quarenta dias, eles não conseguiram absorver adequadamente o que Ele lhes tinha dito. Mesmo antes da Sua ressurreição, no período em que andou com eles, o Senhor os aperfeiçoou e lhes ensinou muitas coisas, porém, eles se esqueceram de tudo! Depois de lhes ter dito tudo sobre o reino de Deus, eles ainda perguntaram quando seria a restauração do reino de Israel. Então o Senhor lhes propôs At 1.7.8. Não se tratava apenas do reino de Israel, que incluía no máximo a Judéia, pois o Seu reino era é bem maior que isso, tratava-se (trata-se) dos confins da terra! No dia de Pentecostes, eles receberam, por ordenança do Senhor, o Espírito de poder a fim de cumprir essa incumbência.
Um Fundamento – Ser testemunha até os confins da terra!
Uma pergunta – Quais são os requisitos para estarmos na manifestação do reino?

SOMOS LEVADOS A AMAR A FAMÍLIA DE DEUS

Desenvolvo esta reflexão pastoral de modo diferente das outras. Compartilho hoje um pouco da minha experiência pessoal no que diz respeito à igreja de Cristo.
Tive o privilégio de nascer e crescer numa família evangélica. Eu e os meus irmãos fomos habituados por nossos pais a dedicar nossas vidas à igreja do Senhor Jesus, e de maneira especial, nos dias de domingo. Isto era coisa configurada e muito bem definida na minha mente: domingo é dia de ir à igreja. Sendo assim, qualquer outra possibilidade ou programa que surgisse para os domingos, era considerada secundária, e portanto, facilmente passível de ser rejeitada.
Lembro-me claramente que nos dias de verão, quando passávamos a temporada em Marataizes, praia bem simples no sul ES, cerca de 50 minutos da cidade de Cachoeiro, onde vivi minha infância e juventude, que íamos à nossa igreja, ou a uma igreja mais próxima, para participar de pelo menos um dos dois cultos dominicais.
Também me lembro das atividades que aconteciam em torno dos cultos, e que em algumas delas, eu era participante ativo. Eu cantava no “conjunto jovem”, cujos ensaios aconteciam dominicalmente, das 11 às 12:00h. Também participava das reuniões da mocidade, que aconteciam sempre aos sábados e, às vezes, antes dos cultos da noite. Confesso que fazia tudo isso com muita satisfação em meu coração!
A partir deste brevíssimo relato da minha experiência pessoal, há duas coisas que faço questão de mencionar.
1 - A primeira, é que aprendi a amar a igreja do Senhor Jesus. Ela tem muitas virtudes, mas não é perfeita; proporciona satisfações, mas às vezes também entristece; conforta, mas é verdade que nela, em diversos momentos, também sentimos dores. Contudo, confesso que não conseguiria conceber minha vida, a minha rotina e a regularidade da minha existência, sem estar integrado, e bem integrado na igreja do Senhor Jesus.
2 - A segunda menção que faço, é que em nossa rotina familiar, a nossa participação dominical na igreja não acontecia quando as circunstancias favoreciam, ou quando as atividades do fim de semana permitiam. A vida era programada tendo-se como prioridade a nossa ida aos cultos dominicais. Os nossos finais de semana eram planejados em função da igreja. Fazíamos outras coisas, se as nossas atividades na igreja permitissem, ao invés de irmos à igreja, se as demais atividades permitissem.
Deste modo aprendi com os meus pais, e deste modo procuro viver com a minha família hoje. Posso afirmar que isso foi uma benção para a minha vida pessoal, assim como tem sido benção para a vida da minha família hoje.
Seria arrogância de minha parte apresentar minhas próprias experiências como referências para outros. Não é essa minha pretensão neste relato. Apenas espero, sinceramente, que este compartilhar contribua para o fortalecimento da sua participação em nossa igreja, e do seu amor para com ela. Que assim seja!
Pastor Lugon

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

FAZENDO A DIFERENÇA

FAZENDO DIFERENÇA COMO TESTEMUNHA DE CRISTO ENTRE OS SEUS
Quando conhecemos o Senhor Jesus Cristo, fomos constituídos suas "testemunhas" e incumbidos de proclamar o "evangelho do reino de Deus". Entretanto, nos deparamos com diversas barreiras que dificultam o cumprimento de nossa missão. Entre elas, se encontram os antigos padrões de comportamento, conceitos e práticas que, em geral, são totalmente contrários aos valores do reino de Deus. É preciso romper com estes conceitos. Entre esses conceitos encontramos um que é particularmente danoso ao cumprimento de nossa grandiosa tarefa de proclamar o evangelho, fazendo com que nos atemorizemos e nos escondamos atrás desta afirmação: "O profeta não é reconhecido em sua própria casa". A expressão popular para este conceito é "santo de casa não faz milagres".Dessa forma, muitos têm se calado perante os seus familiares e amigos mais próximos com relação ao seu compromisso pessoal com Jesus Cristo. Devemos nos despojar desta distorção enganosa do texto bíblico, e testemunhar com ousadia e fé aos nossos familiares, considerando que a nossa família é o nosso primeiro "campo missionário". Os Evangelhos nos apresentam alguns exemplos animadores: André (João 1.40-42). Sua primeira reação depois de encontrar-se com Jesus foi buscar o seu próprio irmão Simão Pedro. A quem você testemunhou logo depois de sua decisão por Cristo? O desejo de André era repartir com aqueles que lhe eram mais queridos, sua maravilhosa descoberta: o Messias. E que impacto ocorreu na vida de Simão quando se encontrou com Jesus! Como foram abundantes os frutos daquela iniciativa de André! Além do mais, vemos uma sequência de procedimento resultante de tal iniciativa. Pedro também é um exemplo animador. Pedro (Marcos 1.29-31). Assim que conheceu o poder do Senhor Jesus, Pedro o levou para sua casa, uma vez que sua sogra achava-se enferma. Pedro sabia qual seria o resultado daquela visita. Como era esperado, a mulher foi curada pelo Senhor Jesus e logo se lançou ao serviço hospitaleiro. O homem curado de lepra (Marcos 1.43-45). Ele certamente não poderia calar-se diante de tão grande maravilha operada em sua vida, apesar de ter sido veementemente advertido por Jesus para nada dizer a ninguém e somente apresentar-se às autoridades competentes. Ao contrário disto, ele se pôs a propagar por toda a cidade o que o Senhor lhe fizera, gerando um tremendo interesse e alvoroço em toda a região da Galiléia. O geraseno liberto e restaurado (Lucas 8.34-39). Ele era conhecido por todos em sua região, em virtude do absurdo modo de vida que lhe havia sido imposto pelos demônios que o dominavam. Você conhece alguém em situação parecida? Quando se encontrou com o Senhor ele foi liberto e restaurado, o que causou tremendo impacto na cidade. Enquanto o povo da cidade estava atemorizado e pediu que Jesus se afastasse deles, o homem liberto queria a todo custo estar com o seu libertador. Ele se julgava pronto para proclamar em todo lugar o que lhe havia sucedido. Entretanto, o Senhor o fez ver que seu primeiro "campo missionário" estava justamente ali entre os seus, em sua casa. Sua obediência abriu as portas da região de Decápolis para uma visita posterior de Jesus (Marcos 7.31-37). Assim, vemos que nossa primeira iniciativa em termos de esforço missionário é proclamar Cristo entre os nossos familiares e amigos mais próximos. São aqueles que nos conhecem, com os quais convivemos, os que precisam ouvir primeiro a nossa proclamação acerca do Senhor Jesus. O primeiro chamado que o crente em Jesus deve responder, é o de ser uma testemunha de Cristo entre os seus. Vejamos a base bíblica para este posicionamento: É o maior desafio para a família (Josué 24.15). Não importa o que a sociedade na qual vivemos queira fazer, ou o que os nossos vizinhos escolham para si mesmos, ou ainda o que a nação inteira decida fazer, o desfio para a "nossa família" é servir ao Senhor. Isto somente será uma realidade em nossa casa, se formos fiéis no testemunhar de Cristo aos nossos queridos. É promessa aos que crêem (Atos 16.27-34). Não devemos ter a menor dúvida de que o Senhor Jesus quer visitar nossa casa (Lucas 9.1-6). Também vemos isto constantemente repetido no livro de Atos. 1) A casa de Cornélio - (10.24, 33, 44-48). 2) A casa de Lídia - (16.11-15). 3) A casa de Crispo - (18.5-11). Os resultados desta promessa se estendem até mesmo àqueles que não têm família, como podemos ver na experiência da mulher samaritana com quem Jesus conversou junto ao poço. Muitos outros samaritanos creram em Jesus por causa do seu testemunho (João 4.39-42). Devemos tomar as palavras de Jesus ao geraseno liberto como uma solene advertência para nós hoje: "Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti..." (Lucas 8.39) (ARA). Nosso zelo cristão deve ser visto primeiramente em nossa casa (1 Timóteo 5.8) e não em outro lugar qualquer. "Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente".Além do mais, nos deparamos com uma terrível constatação: se não falarmos o que é devido aos nossos familiares, outros falarão o que não convém (1 Timóteo 1.10-11). Assim é que muitas casas acabam sendo "casas divididas" em termos espirituais, quando seitas heréticas arrastam os familiares de alguém que confessa a Jesus Cristo como Senhor. Para que isto não aconteça em sua casa, comprometa-se a fazer diferença como testemunha de Cristo entre os seus e seja um verdadeiro missionário entre os que convivem com você!
Pr. Clori MarianoIgreja Missionária UnidaCampinas - SPOutubro/2010
Esse texto eu copiei do site http://www.celulas.com.br/ ( Lugon).

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

EVENTOS COLHEITA EM CARLOS PRATES


A igreja metodista em Carlos Prates, Belo Horizonte na graça de Deus, realizou dois grandes Eventos Colheita e de capacitação nos meses de Setembro e Outubro. O Falando em Células, reuniu 100 pessoas de algumas cidades da IV Região: Belo horizonte, Cachoeiro, Juiz de Fora, Betim, Contagem. Além de uma palestra de abertura enfocando a visão de uma igreja em células, à tarde, o grupo se reuniu em 05 oficinas: O processo de implantação, célula,  o que é isso?, trabalho em conjunto, comunicação nas células, construindo um igreja de relacionamentos saudáveis. Após as oficinas, cada grupo pode vivenciar um tempo em células. Nos dias 05/06/10, o pastor Roberto Lay, coordenador nacional do ministério das igrejas em células, ministrou para pastores/as,discípulos e líderes de células, trazendo aos nossos corações uma palavra de amor e desafio, esclarecendo dúvidas e certeza que esta é uma visão de Deus para as nossas igrejas. Estes foram momentos de muita bênção, confraternização e capacitação para aqueles/as que estão ou já implantaram a visão de células ou pequenos grupos em suas igrejas. Cumprimos então o que nos diz Efésios 4.11-12:
“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” Efésios 4.11-12
Agradeço a Deus pela equipe de discípulos que Ele tem me concedido. Todos/as trabalharam muito, com amor e dedicação.